Wednesday, May 14, 2008
Valor
O valor está no que nos rodeia, na amizade SINCERA, na CUMPLICIDADE, na LEALDADE, nos SORRISOS, nas LÁGRIMAS, nos ABRAÇOS, nos OLHARES.
Não está de certo confinado a quatro paredes muito menos a um horário ou agenda.
Está na DISPONIBILIDAE, na CONFIANÇA, nas PALAVRAS sábias e amigas.
O valor há muito se perdeu neste mundo cruel carregado de más indoles, de pessoas PEQUENAS e MESQUINHAS, INVEJOSAS e POBRES DE ESPÍRITO.
É nas tempestades que o valor emerge e nos abre os olhos para o que de facto tem VALOR.
É no OUVIR, na OBSERVAÇÃO, na ESPONTANEIDADE que o valor cresce.
É ASSUMIR os erros, ASSUMIR as verdades, ASSUMIR quem SOMOS, o que DIZEMOS, o que PENSAMOS que nos dá valor.
É saber DESCULPAR, PERDOAR e ACEITAR que nos faz diferente dos OUTROS.
É saber OUSAR, é saber ARRISCAR, é ACREDITAR, que nos diferencia de tudo o RESTO.
No fundo é saber PENSAR, é aceitar-mo-nos COMO SOMOS!
Tuesday, April 22, 2008
Sunday, April 20, 2008
Friday, April 11, 2008
Até deixar de pensar
Até adormecer
Até as palpebras pesarem e se tornarem mais fortes que esta vontade que se apoderou dos meus dedos e que neste momento comanda os meus actos.
Quero apenas deixar fluir e quero apenas acalmar
Arrumar os pensamentos
As ideias
As vontades
Os objectivos!
Objectivos?
Que objectivos?
Como é possivel criá-los?
Areias movediças
É nesta paisagem que nos encontramos! em areias movediças!
Irrita-me e ao mesmo tempo dá-me vontade de rir!
Dizem que nunca é tarde...mas há situações em é tarde e até demais!
Quando o reconhecimento é tardio
Quando se fala mais do que se deve
Quando se soltam palavras parvas
Quando se olha p o passado e se diz...se soubesse já teria feito
Mas afinal o que é que eu pretendo????
NÃO SEI
Será que algum dia saberei?
Ou terei mesmo que viver nesta angústia?
NÃO SEI!NÃO SEI!NÃO SEI!NÃO SEI!
*
Tou aborrecida
Tou frustrada
Tou pensativa
Tou perdida
Tou com vontade de ir para bem longe
Ou provavelmente
HOJE
Aprendi que o meu lugar não existe
Tudo é fruto da imaginação, ou melhor das informações que nos preenchem a cabeça, a memória
Sim, porque somos matéria feita de informação, informção esta proveniente de muitos focos, lugares, sons, cheiros, imagens, toques, trocas, distâncias, leis e moral( ou mellhos FALSA MORAL que é disto que se vive)!
ai
*
escrevo sem conexão
sem intenção
sem preocupação
Escrevo com o intuito de tirar este peso de cima
Escrevo para afugentar o que me apoquenta
Porque tou chateada comigo
Porque hoje
vi que ainda sou inocente
porque hoje me deparei com a minha falta de tacto
porque hoje reparei que ainda não cresci
porque hoje torci o braço e não fui capaz de precaver
não fui capaz de calar esta boca estúpida que não sabe estar calada
as palavras por vezes saem bem mais depressa que o meu pensamento
Escrevo porque quero ir dormir
Escrevo porque preciso dormir
Porque preciso de sonhar
Porque sou uma parva lamechas estúpida e mimada
Porque hoje o tempo veio para me atulhar de pensamentos
O hoje, o tempo de hoje só me veio fazer pensar no que não quero
No que eu não pretendo aceitar.
Hoje o tempo veio baralhar tudo
Tá tudo muito confuso! tudo muito disperso!
Ser humano
Tanta informação
Tantas experiências
Tantos passados
Tantos medos
Tantas e tantas questões que fazem de nós aquilo que hoje somos.
Formatar é algo que não é possível de executar, se por um lado é óptimo porque nos permite lembrar, relembrar, reviver, re-sentir, e nos permite ainda criar defesas, saber superar obstáculos, aprender, por outro, poderia ser um bem essencial para apagar algumas nuvens que aparecem, que se criam ou que simplesmente criamos!
Tuesday, April 08, 2008
Crazy For You
Singing out your name
You said I'm crazy
If I am
I'm crazy for you
Sometimes
Sitting in the dark
Wishing you were here
Turns me crazy
But it's you
Who makes me
Lose my head
And every time
I'm meant to be
Acting sensible
You drift into my head
And turn me
Into a crumbling fool
Tell me to run
And I'll race
If you want me
To stop I'll freeze
And if you are me
Gonna leave
Just hold me
Closer, baby
And make me
Crazy for you
Crazy for you
Lately with this state
I'm in I can't help
Myself but spin
I wish you'd come over
Send me spinning
Closer to you
My oh, my
How my blood boils
It's sweet taste for you
Strips me down bare
And gets me
Into my favourite mood
I keep on trying
Fighting
These feelings away
But the more I do
The crazier I turn into
Pacing floors
And opening doors
Hoping
You'll walk through
And save me boy
Because I'm too
Crazy for you
Crazy for you"
by Adele
Monday, April 07, 2008
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa
do mundo,
e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um
autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
Tuesday, March 04, 2008
Os teus lábios aproximam-se dos meus e eu não consigo evitar em tocá-los...tu foges...puxo-te para bem junto de mim e agarro-te com toda a minha força e peço para que não fujas! Os teus braços começam a enrolar-se na minha cintura, à medida que eles se aproximam sinto o teu calor. Seguras-me e sinto a tua força. Conduzes-me nesta viagem intensa redescobrindo pormenores que em tempos julguei perdidos...mostras-me a paisagem que pensei ter desaparecido...levas-me para bem junto de ti!
Abro os olhos e nosso reflexo é apenas um!
*
Tempo
Quero embarcar todos os dias naquele que me dá paz, que me mostra a luz do dia.
Quero olhar pela janela e ver o teu reflexo.
Quero abrir os olhos e saber-te bem junto.
Quando chega nem sei o que dizer, o que fazer, receio que a voz não saia, que as mãos estejam suadas, não quero que te apercebas que o medo me assola.
Medo de não corresponder, medo de falhar, medo que deixes de querer chegar, medo de cair!
Medo que uma vez mais o chão me fuja e me deixe no meu casulo, recuando ao escuro que desejo não ver!
Medo de perder uma vez mais!
Deslumbrada
Foste entrando sem pedir licença! Sem saber como mostrei-te o meu mundo. Dei por mim indefesa, vulnerável ao teu comando, à tua voz, ao teu toque, ao teu cheiro.
Hipnotizada, deslumbrada!
Deslumbrada! Sim!
Com vontade de viver!
Com vontade de correr!
Com vontade de sorrir!
Com vontade de partilhar!
Deslumbrada com o teu olhar!
Deslumbrada com a tua serenidade!
Deslumbrada com a tua perspicácia!
Deslumbrada contigo, com o que me ofereces, com o que me proporcionas, com o quadro que juntos pintamos, com o mundo que partilhamos!
*
Thursday, January 31, 2008
De Volta Pro Aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom,
Poder tá contigo de novo,
Roçando o teu corpo e beijando você,
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam,
A paz que eu gosto de ter.
É duro, ficar sem você
Vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim"
Elba Ramalho
Friday, January 11, 2008
Elogio da Loucura
"A morte do escritor Luiz Pacheco não é apenas uma perda para a cultura. Numa altura em que o Governo investe a sério, e com ASAE pela trela, numa fornada de cidadãos enérgicos e atléticos, livres de fumo e bactérias, ainda mais se sentirá a falta da sã loucura dos indomáveis.
Luiz Pacheco fazia parte daquele grupo de criadores – João César Monteiro e Cesariny eram outros - que um Estado decente subsidiaria. A fundo perdido. Para seu próprio bem. A paisagem agradecia e o País melhorava.
Bastava pedir-lhes que fossem como sempre nos habituaram: irreverentes, refractários, subversivos, de manguito carregado e palavras sem dono. Seríamos todos mais felizes e a geração vindoura agradecia. E ainda íamos a tempo de mostrar que, felizmente, ainda há quem tenha um parafuso a menos e um cigarro a mais.
Temo bem que, com andar da carruagem, figuras semelhantes a Luiz Pacheco, César Monteiro e Cesariny tenham cada vez menos lugar numa sociedade estilizada, de ideias poucas, comportamentos light e filosofia Paulo Coelho. Quando muito, o Ministério da Cultura talvez estivesse disponível para criar, para alguns intratáveis, uma reserva «índia», coisa para turista ver. «Não é permitido dar de comer ao Cesariny». «Cuidado, não coloque as mãos na jaula do Luiz Pacheco». Coisas assim. E a vidinha seguia, livre de corantes e conservantes. E outros animais falantes.
Quando um Governo ataca a fumarada com golpes baixos e faz da política um misto de jogging e salto à vara, não se pode esperar dias melhores. Um País com dois milhões de pobres que decide baixar o IVA dos ginásios não regula (o que, de certo modo, já o eleva à condição de um César Monteiro, vá). Os ginásios, esses, continuarão a esfregar as mãos com os propósitos saudáveis do Governo: vão engordar à custa de taxar as nossas gorduras por outras vias, à razão de 10 euros por cada fatia de paio ingerida.
Não adianta sequer resistir às modas e tendências. Portugal tem um não sei quê genético para polícia de costumes e bufaria engravatada. Está-lhe mesmo nos genes e qualquer Salazar dos novos sabe isso.
Não tardará a que uns candidatos a Cesarinys, Monteiros ou Pachecos sejam internados ou fiscalizados antes de rabiscar numa folha branca um desarranjo intelectual. Onde já se viu, dizer e escrever o que lhes vai na telha, os improdutivos?! O País não está para loucuras, senhores. E todos somos necessários nesta grande tarefa de higienizar a cidadania e desinfectar o cenário de parasitas. O Portugal de Sócrates não quer bicho na maçã nem grão na engrenagem. Com um País assim, que pena César Monteiro não estar vivo: pedia-se mais um filme negro com actores em «off». Branca de Neve já temos."
Miguel Carvalho in Visão
Monday, January 07, 2008
Bem-vindo ao ano de 2008
Com a entrada em vigor da famigerada Lei 37/07 - a lei antitabagismo -, passa a vigorar entre nós uma lei do terror e o país reencontra-se com a sua velha vocação de proibicionismo, delação e repressão dos direitos individuais. Tudo para perseguir um vício que, note-se, é, todavia, legal e fomentado pelo próprio Estado. O Estado financia, com dinheiros europeus, o cultivo de tabaco; o Estado produz e comercializa cigarros, em regime de quase monopólio, através da empresa pública Tabaqueira; o Estado taxa, de seguida, a venda de cigarros (que ele próprio promove), constituindo essa uma das suas principais fontes de receita. E, no fim do processo, o mesmo Estado, movido pela nobre intenção de defender a saúde pública, decreta que quem fuma deve ser perseguido, denunciado e multado em todo o lado. Qualquer "dealer" de drogas duras tem mais credibilidade moral do que o Estado português. Nem os "dealers" de heroína perseguem os clientes nem o Governo da Arábia Saudita promove a venda de álcool aos fiéis a quem proíbe beber.
Tardámos, mas, nestas coisas do politicamente correcto, quando avançamos é a matar. Sobretudo se tudo o que se exige aos governos é que proíbam e multem. Nenhum país do mundo (excepção feita aos Estados Unidos, em alguns Estados) foi tão longe em matéria de perseguição aos fumadores - mas também se compreende, visto que eles são os maiores produtores mundiais de tabaco e, se o proibissem, levariam à ruína e ao desemprego milhões de agricultores e trabalhadores das tabaqueiras. Neste campo, quanto maior é a culpa maior é a hipocrisia.
Ao abrigo da Lei 37/07, nenhum trabalhador, mesmo que a sós no seu gabinete de trabalho e sem contacto com outros, vai poder fumar; o engenheiro José Sócrates vai ter de ir fumar para os jardins de São Bento, porque lá dentro está num edifício de um órgão de soberania; um velhinho, internado para morrer num lar e cujo derradeiro prazer seja o cigarro, não o vai poder fumar porque chamam a polícia; um preso pode pedir uma seringa nova numa prisão para injectar droga, mas não vai poder fumar, excepto no recreio ao ar livre; em locais como a Feira da Golegã, a Fatacil, a Ovibeja ou a Feira da Ladra, mesmo ao ar livre, não se vai poder fumar, porque são recintos de feira; nas praças de touros não se vai poder fumar, porque são recintos de espectáculos; o faroleiro do Bugio ou o guarda-linha da CP, mesmo na solidão absoluta das suas moradas, não vão poder fumar, porque estão em instalações do Estado; pela mesma razão, nem sequer o embaixador vai poder fumar, nas várias embaixadas de Portugal espalhadas pelo Mundo; não se vai poder fumar nos quartéis, nos navios da Armada, nas estações e gares de comboios e barcos, nos aeroportos, em todos os ministérios e repartições públicas, nos hospitais e centros de saúde, nas Pousadas de Portugal e em todos os hotéis que o decidam, em todos os espectáculos, excepto nas zonas ao ar livre dos estádios de futebol (à excepção do camarote presidencial do Benfica e do FC Porto). Mas, resumindo: como não se pode fumar em nenhum local de trabalho nem de atendimento ao público, as quarenta e tal proibições da Lei 37/07 tornam-se inúteis e, com um legislador menos incapaz, ter-se-iam reduzido a uma simples formulação: é proibido fumar em todo o lado, excepto ao ar livre e dentro do transporte individual ou da casa de cada um. Ressalvando, todavia, que, mesmo ao ar livre, há casos de proibição na lei e que, mesmo em casa de cada um, nada exclui que, tal como previsto na lei, "por determinação da gerência" do condomínio, se possa proibir o fumo em todo o prédio.
Só alguém com sérios problemas mentais poderia ter feito esta lei. E só uma Assembleia de deputados incompetentes e sem coragem nem vontade própria a poderia ter aprovado. É uma lei à medida de um país de polícias e de eunucos. Chamada a resolver uma situação em que se tratava de proteger os não-fumadores do fumo passivo, obrigando à criação de áreas específicas para fumadores, o legislador não esteve com meias medidas e quis lá saber se os fumadores tinham ou não alguns direitos também. A regra foi proibir quase sempre e em todo o lado e, quando misericordiosamente entreabriu algumas portas (como no caso dos bares e restaurantes), determinou tamanhas exigências técnicas que a tradicional lei do menor esforço e a falta de profissionalismo em vigor no sector se encarregaram de chegar à solução mais fácil: que vão fumar para a rua e é enquanto podem.
Já andam para aí alguns zelotas preocupados em que a lei possa não ser cumprida em todo o seu rigor. E alguns descendentes mentais dos antigos 'bufos' da PIDE já se encarregaram de telefonar à polícia a denunciar fumadores. E a polícia lá acorreu, pressurosa, para reprimir à nascença a difusão deste odioso crime - que é o único não previsto no Código Penal e fomentado pelo Estado.
E lá, do seu pedestal onde figura como Torquemada ou Elliot Ness da Reboleira, de crachá pendente do cinto das calças e ar ameaçador (vide revista 'Tabu' do último sábado), já afia o dente António Nunes, o presidente dessa nova polícia chamada ASAE, cujos agentes se apresentam de camuflado negro e em estilo de brigada antiterrorista para inspeccionar restaurantes e cafés do país e agora mobilizada para o combate a este novo crime.
A lei, aliás, parece feita de encomenda para o senhor da ASAE. O homem que promete acabar de vez com as bolas de Berlim nas praias, os pastéis de bacalhau nas tascas e os doces de fabrico caseiro nos cafés, que jura guerra às colheres de pau nas cozinhas e que promove um mundo totalmente plastificado - colheres, copos, luvas, embalagens para tudo - e que suspira filosoficamente que a "dura lex, sed lex" o vai obrigar a fechar metade dos restaurantes do país, não podia ser mais adequado a esta nobre tarefa de perseguir os fumadores em todas as feiras, chafaricas e recantos do país profundo. (Na Irlanda - esse país que ainda há poucos anos perseguia os 'infiéis' não-católicos como emissários do demónio -, a perseguição aos fumadores desencadeada pela ASAE local levou já ao fecho de 11 mil "pubs" de província, de acordo com o lema "acabamos com os fumadores nem que tenhamos de acabar com a vida no interior!") Um bom exemplo para Portugal.
Sosseguem, pois, os "ayatollahs" de serviço por aqui: temos a ASAE e o seu exército de camisas negras com as narinas devidamente treinadas para cheirar qualquer resquício de fumo a léguas de distância. E temos os eternos 'bufos' disponíveis para denunciar nem que seja o velhote que há anos se senta na mesma mesa da tasca do bairro para jogar dominó com os amigos e acender um cigarro para queimar o frio e a tristeza. A tristeza por viver num país onde se respeita tão pouco a liberdade dos outros."
Miguel Sousa Tavares in Expresso
Tuesday, January 01, 2008
baixinho
vamos apreciar este momento, vamos gozá-lo, com calma, muita calma. Como se estivessemos parados no tempo. No nosso tempo.
O teu silêncio acalma-me, o teu sorriso dá-me vontade de viver, o teu toque faz-me sentir mulher, as tuas palavras despertam o que há muito estava esquecido.
Shuuu...
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Monday, December 31, 2007
Não acredito que a Vida seja isto!
A vida tem que ser muito mais do que isto.
O amor e amizade tem que ser muito mais do que se tem vivido. Não posso acreditar que cá estamos para isto. Tem que existir muito mais, mais adrenalina, mais friozinho no estõmago, mais nós secos na garganta, mais vontade de viver, de lutar, de procurar.
A vida tem que ser muito mais que uma condição social. Tem que ser mais Vida, mais forte, mais excitante, tem que ser, preciso que seja.
Tenho me questionado sobre o porquê de vivermos, não pode ser para isto, não acredito que todos os avanços cientificios, tecnológicos, intelectuais e outros vieram para criar esta sociedade PODRE, carregada de viroses indeterminadas, de futilidade.
Alguém é capaz de explicar ao comum dos mortais que o caixão só tem um piso e não é muito espaçoso!
Não acredito que a Vida seja isto!
Portugal está a ficar sufucante, a minha condição está a sufucar-me, o ridiculo dos noticiários, os que se intitulam a torto e a direito que são doutores e engenheiros, como se isso fizesse diferença, acerdito que um mestre de obras fosse bem mais capaz do que muitos que usam gravata e que nem contas são capazes de fazer.
O país está a ser governado por meninos, por incompetentes e lambe botas que nem coragem têm de enfrentar o minímo obstáculo.
Não sei onde vamos parar com tanta ganância. Sugeria a todos esses doutores que experiemntassem por um periodo de 1 anito, vá, uma situação ao comum Português, por exemplo:
2 ordenados mínimos ( na apresentação do certificado de habilitações, e autenticado)
1 ordenado mínimo no caso de não provada a licenciatura.
candidatura ao estágio profissional ou semelhante mais a candidatura á porta 65.
Acrescenta-se a isto um crédito para pagar a máquina de lavar a loiça, o tlm e ainda o empréstimo para o carro.
Em cima deste bolo colocamos uma relação de união de facto, em que o conjugue está grávida.
A morada pode ser Anadia por exmeplo.
Aí presumo que 10% desses doutores e engenheiros mudassem não só a perspectiva como tentassem melhorar.
A politica em Portugal está cada vez pior, e digo-vos que não sou propriamente a pessoa mais atenta e sábia da matéria, mas os telejornais começam a mexer no meu sistema nervoso. com tanta falta de visão que os nossos gorvernadores possuem.
Porque não apostar no que vai para além do litoral português? porque não apostar numa matéria prima de valor acrescentado que justifique a exportação do mesmo? pq é que não somos capazes hoje em dia sermos pioneiros? porque é que vivemos numa sociedade que não dá o devido valor? porque é que a ideia que é criada é que os lambe botas, e incompetentes é que acabam por subir? porque é que estamos neste caminho? porque é que os "chefes" não sabem o que é a motivação? o positivismo?
Como é possivel termos chegado a este ponto? Se fomos já capazes de desbravar tanto caminho incógnito? Onde é que está essa garra? onde é que está a curiosidae? a aposta no desconhecido?
Nós somos um País como muito valor...mas aos poucos este valor vai-se perdendo. Um dia destes será Portugal S.A.
A vida não pode ser isto! Portugal não poder ser isto